Significado e Análise de Another Brick in the Wall [Pink Floyd]

Qual o significado de Another Brick In The Wall da banda Pink Floyd?

Significado de Another Brick in the wall da banda Pink Floyd

As crianças enfileiradas marcham rumo a uma máquina de moer gente. Não bastasse usarem máscaras iguais e mantendo o mesmo padrão, são transformadas em salsichas enquanto um professor autoritário a tudo assiste. Qual o significado de Another Brick In The Wall do quarteto Pink Floyd?

A análise da letra da música, considerando o contexto da vida de seu vocalista e compositor, somada ao contexto histórico, traz uma mensagem que pode ser aproveitada nos dias atuais.

Índice de conteúdo

  1. Another Brick In The Wall (Mais um tijolo na parede);
  2. Qual é o significado da música Another Brick In The Wall de Pink Floyd?
  3. Filosofia presente em Another Brick In The Wall;
  4. Análise da música Another Brick In The Wall;
  5. Significado político;
  6. Contexto histórico;
  7. Não precisamos de educação?

Another Brick In The Wall (Mais um tijolo na parede)

Another Brick In The Wall é uma faixa do álbum The Wall, 1979, da banda de rock inglesa Pink Floyd. Essa música é dividida em Parte I, Parte II e Parte III, todas compostas pelo baixista e vocalista Roger Waters.

Esse álbum foi o último com a formação original da banda (os quatro membros fundadores). Nos EUA, o disco duplo alcançou 11,5 milhões de unidades vendidas.

A Parte II foi o primeiro single lançado pela banda no Reino Unido após o sucesso Point Me at the Sky, 1968. 

Tornou-se o único single número um no próprio Reino Unido, EUA, Alemanha Ocidental e em muitos outros países. 

Na lista das 500 melhores canções de todos os tempos da Revista Rolling Stone, Another Brick In The Wall ocupa a posição 384, além de já ter sido indicada para um Grammy.

A Parte II de Another Brick In The Wall tornou-se mundialmente conhecida pela famosa frase We don’t need no education (Não precisamos de nenhuma educação). 

Tornou-se um dos maiores hits de Pink Floyd e alcançou o primeiro lugar das paradas norte-americanas, inglesas, canadenses, francesas, italianas, portuguesas, espanholas e diversos outros países.

Em 1980, foi a segunda canção mais tocada nas rádios brasileiras.

Entre várias considerações que se pode fazer sobre o significado de Another Brick In The Wall, a que mais se destaca é a crítica ao rígido sistema educacional, principalmente dos internatos.

Quem escreveu Another brick in the wall?

Capa do álbum The Wall de Pink Floyd 1979

O compositor de Another Brick In The Wall foi o baixista Roger Waters. Na Parte II, David Gilmour foi responsável pelas guitarras e vocais. Os estudantes do refrão eram alunos da Islington Green School, que ficava próxima à gravadora. 

Ficha técnica

  • Lançamento: 30 de novembro de 1979 no Reino Unido e 8 de dezembro de 1979 nos Estados Unidos.
  • Gravação:  Abril a novembro de 1979.
  • Gênero: Rock progressivo e hard rock.
  • Duração: 8:24 o total das três partes.
  • Gravadoras: Harvest Records e Columbia Records/Capitol Records.

Qual é o significado da música Another Brick In The Wall de Pink Floyd?

Another Brick In The Wall tornou-se um hino do rock progressivo. Sua letra é usada para refletir sobre temas como sistema educacional, ideologia, autoritarismo e sociedade.

O álbum The Wall possui dois discos com 13 faixas cada um. Para entender o significado de Another Brick In The Wall, é necessário analisar o conceito do décimo terceiro álbum da banda.

As músicas do álbum constroem juntas uma narrativa, como se fosse uma odisseia. A história está vinculada à vida do letrista Roger Waters. As canções são sobre o personagem Pink, cuja história foi baseada na vida do próprio Waters.

A vida de Waters

Roger Waters baixista e vocalista da banda Pink Floyd autor de Another Brick in the Wall

Roger Waters perdeu seu pai na Segunda Guerra Mundial, acontecimento que influenciou suas canções e apresentações. Ele se tornou pacifista, opondo-se completamente às guerras, além de sempre se posicionar a favor dos direitos humanos.

O Álbum narra os altos e baixos que o personagem Pink, representação de Waters, teve na vida.

  • Pai falecido que servia ao exército;
  • Bullying na escola e abuso por parte de colegas e professores;
  • Mãe superprotetora;
  • Casou-se e divorciou-se.

O significado de Another Brick In The Wall está justamente em Pink querer que uma parede o isole da sociedade. A metáfora usada para simbolizar o afastamento foi a parede de tijolos.

Em 1977, quando o álbum começou a ser pensado, Roger Waters estava frustrado durante a turnê In The Flesh. Ele também queria um tempo.

Na segunda parte da música, ficou evidente uma forte crítica ao sistema educacional britânico

Quando a música foi composta, o modelo era considerado por alguns como totalitário, opressor e rigoroso. Para Roger, não havia estímulos aos valores éticos e nem ao pensamento crítico.

  • Conheça a intenção por trás do pensamento crítico, método fomentado pelos pensadores da Escola de Frankfurt.

Essa é a razão das crianças serem retratadas com máscaras iguais. Antes de incendiar a escola, elas se revoltam por não querer ser como seus professores quando crescerem.

Em 2014, Roger Waters teve sua vida retratada nas telas do cinema. A produção de mais de duas horas e meia acompanhou os bastidores da turnê The Wall, em cartaz entre 2010 e 2013.

Waters atuou como protagonista e codirigiu o filme.

Poucos sabem que a história dele está intimamente ligada à guerra, como vem sendo explicado por meio do significado de Another Brick In The Wall. Seu avô foi assassinado na Primeira Guerra Mundial, assim como seu pai na Segunda, quando ele era um bebê de apenas cinco meses.

No filme, há a cena de Roger visitando os túmulos do avô e do pai. Sobre seu longa metragem, disse:

“The Wall” não é algo construído, inventado. É a minha vida. Sou eu escrevendo sobre meus sentimentos e pensamentos. E, obviamente, tem algumas músicas cativantes. “Another brick in the wall” é uma espécie de hino de protesto bacana para os jovens estudantes cantarem – ou qualquer pessoa cantar.”

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Filosofia presente em Another Brick In The Wall

Análise de Another Brick in the wall e crítica ao sistema de ensino na escola

Para entender as ideias presentes, cada parte deve ser analisada separadamente. Juntas, elas são uma narrativa com um fio condutor único, que carrega uma concepção da educação e da vida.

Parte I

Essa faixa é suave e com instrumental crescente. Apresenta riffs de guitarras ao fundo. Há efeitos de delay que percorrem toda a música. Essa cadência ascendente corresponde ao que é contado na narrativa. 

  • Você se interessa por música? Temos um documentário que aborda esse tema, narrando a história da música, seus efeitos nas pessoas e sua decadência da sociedade atual. Assista o documentário A Primeira Arte.

Somam-se a eles os calmos vocais de Waters. Ao se aproximar do final, há uma parte mais agitada, que logo volta a se acalmar em um solo de guitarra suave até o fim.

Encerra-se com os sons de um helicóptero abrindo The Happiest Day of Our Lives.

Pink vai crescendo e sente falta de alguém na sua vida. Esse alguém é revelado no primeiro verso de Another Brick In The Wall I:

  • Daddy’s flown across the ocean (Papai voou pelo oceano);
  • Leaving just a memory (Deixando apenas uma memória);
  • A snapshot in the family album (Uma foto no álbum da família);
  • Daddy, what else did you leave for me? (Papai, o que mais você deixou para mim?);
  • Daddy, what’d’ja leave behind for me? (Papai, o que você deixou para trás para mim?);
  • All in all, it was just a brick in the wall (No final, era só um tijolo no muro);
  • All in all, it was all just bricks in the wall (No final, eram apenas tijolos no muro).

No início, é dito que o pai de Pink morreu em serviço no exército. Como Pink era muito pequeno, não tem lembranças do pai, restando apenas uma antiga foto dele no álbum da família.

No primeiro verso o tijolo já é citado. Ele é mencionado nas três partes da música.

Ao estudar o significado de Another Brick In The Wall, percebe-se o tijolo como uma metáfora para as dores e traumas na vida de Pink.

  • Viktor Frankl encontrou sentido para sua vida mesmo tendo passado pelo sofrimento dos campos de concentração e publicou uma grande obra. Leia o resumo feito sobre sua obra Em Busca de Sentido.

Parte II

Entre Another Brick In The Wall I e Another Brick In The Wall II, há uma faixa que continua a narrativa: The Happiest Days Of Our Lives.

O instrumental permanece simples, para focar no autoritarismo dos professores. A letra pode ser lida sob uma ótica de que por trás do oprimido há um opressor.

  • You! Yes, you! Stand still, laddie! (Você! Sim, você! Parado aí, rapazinho!);
  • When we grew up and went to school, there were certain teachers (Quando crescemos e fomos para a escola, havia certos professores);
  • Who would hurt the children any way they could (Que machucavam as crianças de todas as formas que podiam);
  • By pouring their derision upon anything we did (Ao derramar seu escárnio sobre qualquer coisa que fizéssemos);
  • Exposing every weakness however carefully hidden by the kids (E expor todas as fraquezas, por mais que as crianças as escondessem cuidadosamente);
  • But in the town it was well known, when they got home at night (Mas, na cidade, todo mundo sabia que, quando chegavam em casa à noite);
  • Their fat and psychopathic wives would thrash them within inches of their lives (Suas esposas gordas e psicopatas esmigalhavam cada pedacinho da vida deles).

Após essa introdução, inicia-se Another Brick In The Wall II. Esta é a mais conhecida pelas pessoas e muitos conhecem apenas essa parte. Normalmente, busca-se o significado e a análise desse trecho apenas.

A fama da segunda parte de Another Brick In The Wall se dá tanto por sua letra, quanto por seu riff de guitarra. 

A composição da música foi feita com guitarras limpas no fundo, baixo e bateria simples. O destaque está no vocal, especialmente o das crianças da Islington Green School (escola próxima ao estúdio Brittania Row).

Elas cantam o segundo verso e o refrão, com a famosa frase: 

“We don’t need no education”.

The Wall ganhou uma versão cinematográfica. Nessa parte, são retratadas as dificuldades de Pink na escola, sendo insultado por seu professor, figura com características autoritárias.

Para escapar do que acontecia, ele se volta para sua imaginação e começa a pensar nos estudantes marchando no mesmo ritmo da música. Eles voltam-se para uma máquina que os transforma em clones vazios com face de barro sem distinção.

Após isso, os estudantes despencam em um moedor de carne onde são pulverizados e picados, saindo como salsichas.

Começando com um solo de guitarra de Gilmour, as crianças destroem a escola incendiando-a. Elas arrastam os professores para fora aos golpes e gritos.

Com Pink esfregando a mão depois de ter apanhando de seu professor com uma régua, a música termina. Tudo foi sua imaginação.

  • We don’t need no education (Nós não precisamos de nenhuma educação);
  • We don’t need no thought control (Nós não precisamos de nenhuma lavagem cerebral);
  • No dark sarcasm in the classroom (De nenhum sarcasmo na sala de aula);
  • Teachers leave them kids alone (Professores, deixem as crianças em paz);
  • Hey! Teachers! Leave them kids alone! (Ei! Professor! Deixe as crianças em paz!);
  • All in all it’s just another brick in the wall (No final, é apenas mais um tijolo no muro);
  • All in all you’re just another brick in the wall (No final, você é apenas mais um tijolo no muro).

Essa estrofe é cantada duas vezes, uma pelo próprio Roger Waters e outra pelo icônico coral de crianças.

A versão cinematográfica de Another Brick in the Wall foi usada como clip nos canais MTV e VH1.

Parte III

Another Brick IN The Wall III é menos conhecida e é caracterizada por vocais e guitarras bem agressivas, simulando um tom de protesto

O início foi feito com sons de vidro se espatifando seguidos de explosões de guitarra com muitas distorções e efeitos, vocais e pratos de bateria. O refrão de encerramento é:

“All in all it was all just bricks in the wall (Tudo eram apenas tijolos no muro)”.

Neste ponto da narrativa, Pink já não é mais uma criança.

  • I don’t need no arms around me (Eu não preciso de braços ao meu redor);
  • And I don’t need no drugs to calm me (E eu não preciso de nenhuma droga para me acalmar);
  • I have seen the writing on the wall (Eu vi a escrita na parede);
  • Don’t think I need anything at all (Não acho que eu preciso de nada);
  • No! Don’t think I’ll need anything at all (Não! Não acho que vou precisar de nada);
  • All in all it was all just bricks in the wall (No final, tudo era apenas tijolos no muro);
  • All in all you were all just bricks in the wall (No final, vocês eram apenas tijolos no muro);

Ele está velho e desesperançoso. Essa é mais uma dica para entender o significado de Another Brick In The Wall. Após tantos altos e baixos, Pink começa a acreditar que não precisa de nada nem de ninguém.

Em Another Brick In The Wall, Pink constrói uma parede com os tijolos de sofrimento da vida. Como consequência, ele se isola.

Análise da música Another Brick In The Wall

A Parte II ficou tão famosa que recebeu um clipe que pode ser analisado e ressaltar mais significados em Another Brick In The Wall.

Vale ressaltar que o professor que aparece na cena lê a frase:

“Money, get back! I’m all right, Jack, keep your hands off of my stack (Dinheiro, volte! Eu estou bem, cara, tire as suas mãos do meu monte)”.

Trata-se de um trecho da letra da música Money, outro sucesso de Pink Floyd. Esse clipe é apenas um recorte do filme The Wall, mesmo nome do álbum da banda, lançado em 1982. O filme possui 95 minutos e recebeu dois prêmios em 1983: um BAFTA de Melhor Canção e um de Melhor Som.

O clipe ressalta a crítica ao sistema de ensino, especificamente o modelo que não ensina a pensar ou questionar, mas sim a repetir e obedecer. O tipo de professor criticado é aquele que explora a fraqueza dos alunos, os humilha e até mesmo pode chegar à agressão física.

A beca que o professor usa é, inclusive, símbolo de uma magistral superioridade que ele possui por ser professor. Ele é o portador do saber do magistério e pode impor conteúdos e regras.

A vara que ele segura é um reforço ao poder de punir. Apesar disso, o vídeo mostra que o professor deixa de ser uma figura de poder diante de sua esposa. Neste caso, ele se torna submisso, impotente e obediente.

We don’t need no education (Nós não precisamos de nenhuma educação)

Para alguns intérpretes, não precisar de educação é a exaltação do senso crítico. O indivíduo pode se recusar a receber o ensino e querer pensar por si mesmo. Há outros ainda que a letra enfatiza os autodidatas, pois conseguem aprender sem professores.

Para alguns intérpretes, há uma interposição entre um modelo antigo de escola e um novo, um modo tradicional ruim e um moderno, crítico e bom.

  • O problema da educação está ligado à noção de pensamento crítico sem antes construir o conhecimento. O método de Paulo Freire é usado no Brasil e mesmo assim o país está entre os piores do mundo em educação. O motivo já foi investigado. Confira a trilogia Pátria Educadora para entender. 

Há versos que pedem que os professores se afastem da vida dos alunos, pois a educação é vista como um conjunto de regras e não como o coletivo da sabedoria e da racionalidade.

Alguns autores, normalmente alinhados com o pensamento marxista, não veem a educação como algo que eleva a alma, busca as virtudes e a sabedoria. Nesse caso, pensam que a educação visa formar bons cidadãos e necessariamente envolve o pensamento crítico sobre o governo, a sociedade e as ideologias.

Outros veem o significado de Another Brick In The Wall como símbolo de resistência à educação autoritária e como apologia ao ensino crítico por natureza e à reflexão.

Em 1980, a crítica feita pela música foi motivo dela ser banida da África do Sul.

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Significado político

Na música, a escola é comparada com uma fábrica. Em se tratando de uma crítica ao autoritarismo, tratar o ensino como esteira é conveniente às pessoas no poder. Elas não vão querer quem pense, reflita e critique o que fazem.

Melhor que sejam todos formados no mesmo padrão para serem mais facilmente manipulados.

  • Já ouviu falar da Janela de Overton? Trata-se de uma estratégia de manipulação da opinião pública. Saiba mais sobre ela.

A escola, nesse caso, não transforma o aluno, mas sim o deforma.

A referência à fábrica também reforça a simbologia dos tijolos. Cada aluno pode ser interpretado como um tijolo da sociedade também, sem criatividade e alienados.

Contexto histórico

O significado de Another Brick In The Wall também se relaciona comumente ao Muro de Berlim e ao contexto da Guerra Fria, períodos de forte repressão e ausência de liberdades.

O Muro de Berlim resultado da disputa entre ocidente capitalista e oriente socialista, reforça uma vez mais o significado dos tijolos, que juntos erguem uma parede que divide. Há intérpretes que veem nisso uma crítica ao regime ditatorial do comunismo vigente na URSS.

Outros ressaltam o contraponto entre a escola existente dentro de uma sociedade capitalista. Apesar disso, o desfecho é semelhante ao que Marx propôs ao proletariado: que se unissem em uma luta armada contra os patrões.

Em outra proporção, os alunos se unem contra o professor e destroem a escola. O professor é visto como um culpado que deve ser sacrificado para que o problema seja resolvido.

Não precisamos de educação?

Trecho do clipe Another Brick In The Wall filme Parte II We Don't need no education

Para o doutor Alexandre Magno, especialista em educação e defensor do homeschooling, a afirmação feita na música oferece uma boa oportunidade de reflexão. Diz-se que não precisamos de educação, controle de pensamento ou de ser apenas mais um tijolo na parede.

Para ele, a banda de fato fez uma profunda crítica ao sistema escolar. E acrescenta dizendo que poderiam ter dito:

“We don’t need no schooling” (Nós não precisamos de escolarização).

Em vez disso, em vez de condenar o sistema escolar, condenaram a educação em si. O Dr. Alexandre Magno diferencia a escolarização e a educação, além de também ter fortes críticas ao sistema escolar atual no Brasil.

Por essa razão, ele é defensor do homeschooling, ou seja, de que as crianças possam receber educação em casa, ministrada pelos pais ou professores particulares, sem serem submetidas às escolas.

Ele é um dos professores da Escola da Família, uma iniciativa da Brasil Paralelo para ajudar pais e mães que querem o melhor para si e para seus filhos. Ele é professor de Direitos das Famílias. Há também conteúdo sobre educação domiciliar, desenvolvimento infantil e muito mais.

Comente e compartilhe. Quem você acha que vai gostar de ler sobre o significado de Another Brick In The Wall?

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9 comentários

  1. ana luiza

    As escolas de hoje em dia não ensinam, mas desensinam os alunos, todos nós saímos de lá com diploma de burro, nas faculdades então nem se falam, faculdade na minha opinião tinha que ser pra poucos não pra qualquer um, eles aceitam maconheiros, alunos com as piores notas, não tinha que ser assim, você queria ser operado por um médico maconheiro? eu não, você queria que seu filho fosse ensinado por um professor que na sua infância era um dos piores da turma? eu não, então tem que fazer sim mudanças nessa área, na minha escola mesmo já vi coisas absurdas, como professores defendendo o PT, legalização das drogas, aborto, já colocaram na minha escola músicas de funk cuja letras são criminosas, por isso com tudo que já vivenciei, vocês acompanhdores do BP, que tem filhos pergunte-lhes o conteúdo que está sendo ensinado nas escolas, porque hoje elas ensinam o errado e não o certo, falo por experiência própria, temos que combater a alienação escolar se seu filho tiver passando por isso vá na escola e reclame não deixe impune, mostre aos professores que seus filhos tem família e que não aprova esse tipo de coisa, a educação vem de vocês pais não deixe a escola tirar a autoridade de vocês porque se isso acontecer vocês perderão seu filhos como muitos pais já perderam.

  2. renato

    Gostei muito do texto. Parabéns!!
    Porém, gostaria de saber: no clip da música onde as crianças estão andando em fila indiana aparece a sombra de um martelo na ponta de uma foice. Seria uma referência ou não?

  3. ANDRE LUIS DE BARROS

    Estou fazendo Licenciatura em História. Muito produtivo comparando com os modelos ensinados no curso. Desde Educação Inclusiva e Psicologia da Educação. Deveria ter visto este conteúdo antes de fazer as matérias. Mas Também esse contúdo fortalece o meu pensamento diante das propostas educacionais que são pregadas. Parabéns! Um texto para se ler várias vezes! Eu tenho 56 anos. Assisti “Another Brick In The Wall” no cinema.

    1. Redação Brasil Paralelo

      Muito obrigado por partilhar sua experiência com a gente, André! Sabemos que a situação no ensino está crítica, por isso um dos nossos valores é a verdade.

  4. Heron Schappo

    Boa noite. No meu entendimento Roger é um comunista, tem a mente de um revolucionário oprimido e desacreditado em tudo e todos. Vou apresentar ao Roger a vida de Viktor Frankl e Richard Wurmbrand. Brasil Paralelo vocês são demais! Abraço.

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