O Governo Mundial é uma realidade?

Existem planos para a implementação do Governo Mundial?

governo mundial

“Nova Ordem Mundial é um mundo desejado, mais que uma nova sociedade, uma nova civilização, baseada em valores e princípios muito diferentes daqueles que se cristalizaram ao longo dos últimos dois milênios e sustentam até hoje as estruturas daquilo que se conhece como Ocidente. Um novo ordenamento que pretende transformar cada um dos aspectos da vida, e desta forma criar o novo homem adequado a essa nova civilização”

  • É assim que o professor Alexandre Costa define o Globalismo e a proposta do Governo Mundial em seu curso “O Desenvolvimento Histórico do Globalismo”, disponível para quem é Membro do Núcleo de Formação da Brasil Paralelo. Leia este artigo e veja uma breve introdução do curso.

Índice de Conteúdo

  1. O que é Globalismo?
  2. Antecedentes da ideia de Governo Mundial;
  3. O desenvolvimento do plano de Governo Mundial;
  4. Os grupos que patrocinam o Governo Mundial;
  5. A expansão da Nova Ordem Mundial;
  6. Resistências ao Governo Mundial nos dias de hoje.

O que é Globalismo?

O professor Alexandre Costa define o globalismo como

“o conjunto de iniciativas e fenômenos que visam criar um ambiente de governança global, que tende a se sobrepor às soberanias nacionais e aos direitos naturais dos indivíduos, e de uma maneira geral à livre determinação dos povos. Por se tratar de uma ideologia, ou seja, de um aglomerado de ideias entrelaçadas de forma a justificarem umas às outras, não necessita de comprovação da sua viabilidade e nem mesmo da sua eventual funcionalidade”.

É uma ideologia que prega um governo global compartilhado por todos os povos. Há diversas maneiras de implementá-lo e algumas táticas já vigoram.

Por exemplo: a ONU quer que um determinado país aprove leis para que ele reduza a emissão de carbono. Caso o país se recuse a aceitar a imposição dessa entidade internacional, ele pode receber penalizações, como a exclusão da participação das comissões internacionais.

Em alguns casos, essa pressão ultrapassa a mera penalização e chega a constrangimentos, como sanções diplomáticas, econômicas e até militares.

o que é globalismo

Para o professor, o Globalismo é apenas o primeiro passo para a criação de um Governo Mundial, ele traça o caminho para uma autoridade mundial. São cinco os ciclos que preparam essa transição por meio da revolução cultural, quais sejam:

  1. ciclo das ideias;
  2. ciclo do método;
  3. ciclo dos instrumentos;
  4. ciclo da infiltração;
  5. ciclo da transição.

Mas quando essas ideias de um Governo Mundial surgiram na humanidade?

Antecedentes da ideia de Governo Mundial

Por toda a história da humanidade, a ideia de um governo mundial perpassou os sonhos de imperadores e tiranos. Todavia, a impossibilidade tecnológica e as limitações dos recursos e da logística sempre impediram este sonho de tornar-se realidade.

É no século XVIII que surgem as primeiras condições culturais favoráveis para o desenvolvimento do primeiro ciclo globalista.

A descoberta dos novos mundos, o surgimento das redes bancárias, da imprensa, o Renascimento e a Reforma Protestante abriram o caminho para o surgimento das ideias do primeiro ciclo.

É nesse contexto que, devido a descentralização do debate cultural que vinha tendo palco na Europa, surgem grupos de intelectuais e homens notáveis da sociedade que se reúnem para discutir questões políticas e econômicas. 

Porque conspiravam contra monarquias e contra a Igreja, cultuavam o segredo e envolviam suas conversas entre símbolos e ritos herdados de sociedades esotéricas antigas.

As duas principais sociedades secretas que se formaram foram: a Maçonaria, em 1717, e a Ordem dos Iluminados, em 1776.

as primeiras ideias  de governo mundial

É no seio desses grupos onde serão gestadas as ideias de um Governo Mundial, dando início ao primeiro ciclo do Globalismo.

Poucos anos após a fundação da Ordem dos Iluminados, um nobre alemão com grande influência na Maçonaria inglesa e alemã, Adolf von Knigge, foi convidado a fazer parte da ordem com o objetivo de levar os iluminados para dentro da Maçonaria. 

E foi o que sucedeu: antes da virada do século XVIII para o século XIX, os Illuminati, apelido da Ordem que se tornou famoso com a obra de Dan Brown, controlavam já a Maçonaria.

Nas reuniões da maçonaria, as ideias de um governo global, que antes eram dispersas e frágeis, vão tomando corpo e se tornando planos sólidos e estruturados.

Segundo os dados apontados pelo professor Alexandre Costa em seu curso, é neste momento que surge o plano da “república universal”, com metas e objetivos palpáveis.

Uma das formas de alcançar essa meta é o patrocínio das ideias iluministas. O principal resultado, quase imediato, aparece décadas depois com a Revolução Francesa

A monarquia e o cristianismo tornam-se alvos de grandes campanhas difamatórias, ao passo que os ideais republicanos são louvados.

Toda ideia precisa de um plano para ser posta em prática. Como as teorias de um Governo Mundial ganharam espaço na vida das pessoas?

O desenvolvimento do plano de Governo Mundial

plano de governo mundial

O desenvolvimento do plano do governo global passa por um modelo de implementação, que é realizado no segundo ciclo. Quando se observa o desenvolvimento dos ideais globalistas, percebe-se que as iniciativas costumam seguir um método de implantação, que consiste em manejar tensões contrárias a fim de alcançar um objetivo.

A lógica é a dialética de Hegel: o embate entre uma força, a tese, e sua força contrária, a antítese, geram uma transformação desejada, uma síntese.

Dois fatos serão responsáveis pela elaboração e aplicação desse método na sociedade: 

  • O Manifesto Comunista, publicado pela primeira vez em 21 de fevereiro de 1848;
  • A Fabian Society, criada em 4 de janeiro de 1884 por intelectuais e magnatas preocupados com o descontrole sobre o pensamento revolucionário marxista.

O método criado por essas iniciativas tem sido usado constantemente na política partidária e na manipulação da opinião pública.

  • O Manifesto Comunista foi publicado por Karl Marx e Friedrich Engels, em 1848. Conheça as principais ideias de Marx.

Neste período, a Maçonaria já influenciava a vida política no mundo todo, criando lojas, vendas e ramificações temáticas como a Ordem da Estrela do Oriente ou a Ordem DeMolay, ou regionais como a Carbonária, na Itália.

Da Maçonaria surgem ramificações diversas que serão braços de apoio na implementação de seus planos globais.

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Os grupos que patrocinam o Governo Mundial

O terceiro ciclo do Globalismo é caracterizado, na opinião do professor e especialista no assunto Alexandre Costa, pelo surgimento de instrumentos destinados a aplicar os métodos desenvolvidos anteriormente. São eles: 

  • O Federal Reserve, fundado em 1913, nos Estados Unidos;
  • As Fundações criadas por famílias milionárias, como a Fundação Rockefeller;
  • A Liga das Nações, de 1919;
  • Os “think tanks”, como o Council on Foreign Relations e Chatham House.

No final do Século XIX, começam a surgir fortunas imensas nos EUA, e a imagem destes magnatas do aço, do petróleo, das ferrovias estava muito arranhada, porque a sociedade via tais sujeitos como exageradamente ambiciosos, egoístas e insensíveis.

A situação piorou quando a jornalista Ida Tarbell lançou a história da Standard Oil, em 1904, fazendo denúncias graves contra essas famílias.

Esse livro foi devastador para a imagem da família Rockefeller e respingou em todos os outros milionários, que já vinham sendo chamados de nomes pouco agradáveis como “Barão-Ladrão”.

Para contornar os apelidos depreciativos e melhorar sua imagem, a família Rockefeller resolveu patrocinar causas populares por meio da fundação que criaram.

Com o tempo, várias outras famílias e corporações fizeram o mesmo porque perceberam que, além de melhorar a imagem das suas empresas, as fundações poderiam também contribuir para influenciar a sociedade e os poderes políticos. Seja por meio de patrocínios e incentivos a determinadas causas, seja pelo financiamento direto de candidatos.

  • O Movimento Ambientalista e suas organizações constantemente influenciam na sociedade e nos poderes políticos, ditando seus rumos. Entenda o que está por trás desses interesses.

O Federal Reserve, outra importante ferramenta do processo, uma espécie de banco central americano, vai padronizar as transações globais e tornar-se eixo da economia mundial.

Para construir um Governo Mundial é necessário um aparato complexo de controle de recursos e transações globais padronizadas. Com o FED é possível tomar esse passo decisivo.

Um think tank, outro importante instrumento deste ciclo, é uma espécie de laboratório de ideias políticas e sociais. Seu trabalho envolve o planejamento de leis, a criação de dados e a emissão de relatórios que visam direcionar as políticas públicas em prol de pautas progressistas, como: 

  • a globalização; 
  • a governança; 
  • a integração da economia internacional;
  • as questões ambientais;
  • o controle dos veículos de informação.

A família Rockefeller patrocinou a criação de um deles, o Council of Foreign Relations. 

Assim como a inglesa Chatham House criada dois anos antes, o CFR é uma entidade privada, independente, mas que cria regras de conduta para as organizações e governos, influenciando em suas políticas.

Para fechar o terceiro ciclo, em 28 de abril de 1919 é criada a Liga das Nações, após a Primeira Guerra Mundial. Seu objetivo inicial era conservar a paz entre as nações.

  • Você sabia que na Primeira Guerra soldados alemães e britânicos deixaram de lado suas armas e se uniram em um grande coro? Conheça a curiosa Trégua de Natal, nela até partida de futebol aconteceu.

Com o tempo, ela passou a trabalhar em conjunto com as fundações e os think tanks, fazendo avançar a agenda da criação da república universal.

O próximo ciclo se iniciou após a Segunda Guerra Mundial, que ocorreu como consequência direta da Primeira.

A expansão da Nova Ordem Mundial

O quarto ciclo, que se inicia após a Segunda Guerra Mundial, é muito semelhante ao terceiro, mas diferença é a ampliação dos agentes globalistas e o objetivo mais específico que cada um possui para a implementação do Governo Mundial.

Os novos agentes são:

  • Organização das Nações Unidas — 1945; 
  • Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento — 1945;
  • Tribunal Internacional de Justiça — 1945; 
  • Organização dos Estados Americanos — 1948;
  • Organização das Nações Unidas da Educação, da Ciência e da Cultura (Unesco), Fundo das Nações Unidas da Infância (Unicef) — 1946; 
  • Organização do Tratado Atlântico Norte — 1949;
  • Clube Bilderberg — 1954; 
  • Clube de Roma — 1968;
  • Comissão Trilateral — 1973;
  • Diálogo Interamericano — 1982; 
  • Foro de São Paulo — 1990.

Neste ciclo, a área de atuação dos organismos globalistas se expande consideravelmente.

Na opinião do professor Alexandre Costa:

“A ONU substitui a Liga das Nações e se torna a principal força de pressão contra as soberanias, que utiliza seus tentáculos e oferece benefícios para enquadrar nações e impor suas resoluções. Seu alcance vai muito além dos organismos anteriores e funciona como um guarda-chuva, abrigando centenas de outras organizações. Estes outros organismos obedecem aos mesmos princípios da ONU e se colocam frequentemente acima das autoridades das nações”.

A maior parte desses organismos são criados com o intuito de unificar os países de cada continente, criando moedas únicas, leis comuns, para, no fim, facilitar a integração de todo o globo.

O Clube Bilderberg foi criado em 1954, por iniciativa de um membro da Chatham House, com o objetivo declarado de instituir um bloco europeu, com leis iguais e moeda única. Também promoveria ações para aprofundar as relações entre a América do Norte e a futura Europa unificada.

Em apenas 3 anos foi criado o bloco único, a União Europeia.

A Comissão Trilateral, segundo o professor, é uma ideia da Família Rockefeller para discutir as relações entre Europa, América do Norte e Japão.

Depois passou a receber outros membros asiáticos, como a China e a Coréia do Sul e da Oceania, como Austrália e Nova Zelândia.

Outra iniciativa dos Rockefeller foi o Diálogo Interamericano, que tinha como objetivo incentivar a criação de um bloco latinoamericano. Por esta razão financiaram o Foro de São Paulo.

Foi o Clube de Roma que criou o Relatório Limites do Crescimento, que serviu de matéria prima para as agendas globalistas defendidas pela ONU e por seus auxiliares, nos seguintes eventos: Eco 92, Rio +10, Agenda 21, Agenda 2030, além de dezenas de outras conferências e resoluções.

A principal característica deste ciclo é a adaptação da estratégia. Para que as pessoas mudem e compactuam com os valores globais, a mudança deve passar pela cultura.

  • Uma das formas mais seguras de manipular a opinião pública é por meio da estratégia da Janela de Overton. Compreenda como ela é aplicada e porque a utilizaram para gerar essa mudança na cultura.

Ela se torna o campo da transformação. Os globalistas mantiveram o ritmo de implantações políticas, mas dando agora mais destaque às iniciativas de ordem cultural. 

O pensamento de Antonio Gramsci já circulava desde a década de 1930, mas passou a ser mais bem aproveitado após a 2ª Guerra. 

Estes novos organismos passam a difundir não apenas as ideias de governança global, mas também a “teoria crítica” da Escola de Frankfurt, a ideia de hegemonia cultural e revolução passiva de Gramsci e as táticas de organização e militância ensinadas por Saul Alinsky.

Assim, os organismos que lutam em prol do Governo Mundial avançaram a passos largos, sempre operando nas sombras. Não contavam, porém, com qualquer resistência no avanço de suas agendas.

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Resistências ao Governo Mundial nos dias de hoje

expansão da nova ordem mundial com George Soros

Para o professor Alexandre Costa, os indícios apontam que o quinto ciclo, que ocorre atualmente, seria uma transição para o governo global. No dia 11 de novembro de 1990, o presidente americano George Bush proferiu um discurso histórico anunciando uma Nova Ordem Mundial.

A população não assistiria calada o avanço de pautas globalistas que contrariam suas crenças, tradições e costumes. A internet se tornou o grande campo de batalha contra o Governo Mundial.

Na opinião do professor:

“No meu entender, essa resistência aos planos globalistas ganhou coesão com a internet. Antes, tratava-se apenas autores isolados que pesquisavam o assunto do globalismo. (…) Muito incipiente e restrito à internet, essa resistência começou a crescer, e hoje temos uma discussão muito mais ampla sobre o assunto, e chegaram ao poder alguns líderes políticos que falam contra ‘o canto sedutor do globalismo’.

Essa resistência não surgiu devido a aspectos políticos e econômicos. Ela foi reforçada pela economia, pelos escândalos, mas na essência dessa revolta contra o sistema estão as questões morais, culturais, religiosas. As pessoas não aguentavam mais assistir à destruição dos seus valores e talvez nem soubessem formular o que era esse sentimento, mas quando surge na política a opção de se opor a esse ‘sistema’, a esse ‘poder’, elas abraçam, sem a necessidade de se politizar ou entender profundamente quem é o seu inimigo”.

A população, ao perceber o avanço das imposições das pautas politicamente corretas e identitárias, optou, de modo espontâneo, por enfrentar o Globalismo.

Outras organizações influentes surgiram nesse ciclo, como a Open Society de George Soros, em 1993, e a Fundação Bill e Melinda Gates, de 2000.

Os planos de transição para o Governo Mundial seguem em execução para sua implementação definitiva. O primeiro passo, segundo o professor, será a implementação de um imposto global, provavelmente ligado a alguma questão de saúde ou ambientalista.

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5 comentários

  1. Adalberto de Oliveira Costa

    A pandemia do covid 19 está servindo como teste para a implementação do globalismo, a OMS praticamente ditou as regras e todos os países seguiram suas recomendações mesmo com os erros e contradições da mesma, agora segue uma vacinação em massa pelo mundo mesmo sem estudos conclusivos das eficácias das vacinas e reações adversas resultando até em mortes más o ensaio está sendo desenvolvido baseado na aceitação do risco pelas pessoas principalmente pela imposição do MEDO fortemente fomentado pelas grandes mídias do mundo inteiro.

  2. Martin Hellmann

    @Adalberto de Oliveira Costa Não fala besteira. As vacinas são eficazes SIM. Meus pais tomaram e não viraram jacaré, não morreram, não tiveram o RNA alterado… etc. Somente estão seguros contra essa doença maldita que já matou 580.000 dos nossos brasileiros.

  3. T. R. Barbosa

    Sr. Martin Hellmann,

    Não discordamos sobre tomar a vacina ou qualquer outro tipo de medicamento para o tratamento que ajude ao combate do vírus chinês. Discordamos da obrigatoriedade de tomar algo que está na fase experimental e sim, matando muitas pessoas e ajudando algumas e não as imunizando totalmente da covid-19. Qual a lógica de ser vacinado se corremos o risco de se infectar e transmitir o vírus e até ser morto? A vacina serve para imunizar e não deixar com que se contraia a doença. Olha sua carteirinha de vacina e veja quantas doses você tomou de cada vacina e de quanto em quanto tempo as tomou. Atine por exemplo no site do ministério da saúde e veja quantas pessoas morreram tanto com a 1ª dose quanto com a 2ª, até Julho quase 9 mil pessoas morreram se vacinando, mas isso você não verá na mídia e nos jornais. Inclusive meu adorável pai faleceu duas semanas após ser vacinado com a Pfizer. O vírus leva ao fenecimento, sim. A vacina, também! Sejamos cautelosos e empáticos com os demais!

  4. CLAUDIO MARTINS

    Pelo que consegui ver, trata-se de um sitio que busca doutrinar pessoas, em especial desprovidos de capacidade cognitiva, ou seja, imbecis intelectuais nada sabem sobre nada, que veem no socialismo ou esquerdismo uma chance de se dar bem na vida, visto que o socialismo, por principio e regras nivela todas as pessoas de uma sociedade, pela de intelecto inferiores, ou seja pela que possuem menor capacidade cognitiva.
    Por essa razão o socialismo é um regime perverso e injusto, e só poderá conduzir uma sociedade a decadência moral, cultural e econômica, pois, nivelando todas as pessoas de uma sociedade pela menos capazes, desestimula as mais capazes, visto que, por mais que produzam e se dedique a produzir ciência e tecnologia e todo tipo de produção industrial, acadêmica e cientifica, não serão reconhecidas, e todos os esforços por elas empenhados em suas criações, invenções e produção será mérito de todos os néscios, preguiçosos e improdutivos.
    Por essa razão sou absolutamente contra o comunismo e o socialismo, e a favor do mérito.

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