Como lidar com Professores Militantes? [Exemplos]

Professores militantes em sala de aula. O que fazer?

Professores militantes

Há professores militantes que preferem doutrinar seus alunos ideologicamente do que ensinar sua disciplina. Eles seguem uma agenda política e utilizam a sala de aula em seu benefício. Neste artigo, confira suas características, por que alguns são assim, como agir nestes casos e acompanhe relatos de doutrinação em sala de aula.

O que você vai encontrar neste artigo?

  1. Introdução;
  2. O que é um professor militante?
  3. Paulo Freire formou professores esquerdistas?
  4. Por que alguns professores são militantes?
  5. Por que existe militância nas escolas e faculdades?
  6. Meu primeiro professor militante;
  7. O que é isso, companheiro?
  8. Mais exemplos de militância de professores esquerdistas em sala de aula;
  9. O problema da audiência cativa dos alunos;
  10. A militância avança nos períodos escolares;
  11. Como lidar com um professor de esquerda?
  12. A comunicação da Brasil Paralelo.

Introdução

Você concorda que as salas de aula das escolas têm sido feitas palanque político por alguns tipos de professores?

Uma coisa precisa ficar clara: Há professores que militam tanto à esquerda quanto à direita, entre outras ideologias. Neste artigo vamos abordar os casos mais comuns de professores esquerdistas que militam em sala de aula aproveitando-se de seus alunos. Mas sabemos que este não é o caso de todos, seria absurdo generalizar todo o conjunto dos professores.

Existem bons docentes que nos abrem o caminho do conhecimento, são dedicados à sua profissão e querem o melhor para seus alunos. Excelentes professores, inclusive, dedicam-se ensinando na Brasil Paralelo.

Acompanhe nossas séries para ter contato com professores, jornalistas e filósofos que dedicam suas vidas à busca do conhecimento.

Nem todos fazem ideologia e militância. Mas vejamos a situação daqueles que o fazem.

O que é um professor militante?

O professor militante é aquele que usa o espaço que tem em sala de aula, com a audiência cativa dos alunos, para vender uma ideia de mundo perfeito na qual ele acredita.

Não importa qual seja a ideologia, ele usa o mesmo espaço de ensino de uma disciplina para ensinar outra coisa. Sabe o quê?

Ensina como ele entende que as pessoas devem agir no mundo. Há vários motivos para ter-se esta consequência. 

Veja também a pesquisa realizada pelo Instituto Sensus em 2008, que evidencia que as escolas e universidades estão sendo usadas para fins partidários. Ela revela que os professores reconhecem que seus discursos em sala de aula são politicamente engajados e que devem formar cidadãos mais do que transmitir conhecimento sobre as matérias:

Paulo Freire desempenhou algum papel na formação de professores militantes?

Paulo Freire desempenhou algum papel na formação de professores militantes?

Embora ele não tenha sido o inventor de uma educação que liberta, Paulo Freire recebeu os louros desta ideia.

Platão, Aristóteles e tantos outros falaram sobre o papel que a educação tem, incluindo o viés de libertação da alma. 

O professor de história, Thomas Giuliano, autor do livro Desconstruindo Paulo Freire, explica que o patrono da educação tratava a história do Brasil como sendo formada pela alienação, pelas desigualdades e pela opressão e, assim, sua pedagogia deveria ser o meio de libertação do aluno.

Neste entendimento, para os militantes que se tornaram professores esquerdistas, principalmente por influência paulofreireana, o aluno deve ser tratado como um agente transformador.

Por que alguns professores são militantes?

Segundo o filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé, para a maioria dos professores, a economia real está longe de seu dia a dia.

Na condição de profissional sem uma boa remuneração, resta-lhe buscar outras ferramentas de relevância. Por exemplo:

  • A ideia de ser crítico social;
  • A ideia de ser contra o sistema;
  • A ideia de ser um disseminador das ideias de Paulo Freire.

Os professores militantes podem adotar esta postura em sala de aula de forma ativa ou inativa.

Por que existe militância nas escolas e faculdades?

Isto está ligado aos acontecimentos históricos que se vinculam às faculdades brasileiras.

Por várias gerações, em escolas, universidades, cursos de pós-graduação, mestrados e doutorados, são formados professores esquerdistas que têm suas teses orientadas por diretrizes marxistas.

No sistema universitário, são aprovadas e orientadas apenas teses de professores gabaritados na CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Teses cujo conteúdo já está vinculado às ideologias dos orientadores – majoritariamente militantes de esquerda desde os anos 60.

Qual é a eficácia da militância dentro da sala de aula?

militância nas escolas

Esta é uma forma eficaz de conquistar a hegemonia cultural. Em vez de violência, usa-se a audiência cativa dos alunos.

Há também o grupo de professores que colaboram de forma inconsciente. Eles apenas replicam teses de livros e aulas que tiveram. Muitas vezes o fazem por desconhecimento, porque não tiveram contato com bibliografias diferentes.

Por outro lado, há um processo ativo, consciente, um militante de esquerda na escola. É principalmente deste professor esquerdista que estamos falando.

Para entender melhor qual é a verdadeira situação da educação brasileira, o nível da formação de professores, a realidade dos colégios e universidades vinculados à uma agenda política, não deixe de assistir à trilogia Pátria Educadora:

Meu primeiro professor militante

Meu primeiro professor militante

Veja abaixo alguns relatos da própria história de um dos sócios fundadores da Brasil Paralelo: Lucas Ferrugem.

Veja como ele narra os episódios de que se lembra, que o acompanharam desde a quarta série até a faculdade, cercado de professores esquerdistas.

“O meu primeiro professor militante… acho que foi na 4ª série. Eu estava na 4ª série, não entendia nada de política. Nem tenho certeza se eu sabia direito o que era voto e eu me lembro vagamente de um episódio em que a minha mãe foi na escola brigar, reclamar.

Não me lembro bem qual era o contexto com a diretoria. A professora de geografia estava fazendo militância dentro da sala de aula.

Por quê?

Não sei bem, não lembro o contexto, não lembro o tema. Eu lembro da frase da minha mãe dizendo:

– ‘Ela fica fazendo propaganda do PT dentro da sala de aula’.

Foi a primeira vez que eu travei contato com esse tipo de coisa, mas nunca dei muita bola, tanto que não fixei na memória o que exatamente tinha acontecido. 

Sobre essa mesma professora, tem um outro episódio que eu fixei na memória, que é uma mentira que ela contou.

Ela disse:

‘No tempo de vocês, quando eu estava estudando, no tempo de infância e tudo mais, eu não tinha caderno, caneta, que nem vocês têm hoje em dia. Nós tínhamos que escrever num barro de cera. 

E aí, todo dia a gente escrevia num barro de cera e colocava o barro de cera no fogão pra derreter e limpar o que a gente tinha escrito e no outro dia a gente escrever de novo. Não tinha como guardar a matéria’.

Eu sei que essa história parece totalmente absurda, mas isso eu lembro dela contar e eu cheguei em casa, ainda na 4ª série, de forma muito burra, e contei pra minha família.

Minha mãe disse ‘isso é mentira, onde essa mulher nasceu, como é que pode esse negócio de não guardar matéria?’”.

Ouça dele mesmo o momento em que percebe a quebra de confiança entre aquele que deveria passar o conhecimento e ele que recebia.

O que é isso, companheiro?

Um segundo relato narrado segue abaixo:

“Na oitava série, a professora Daisy passou um filme em sala de aula chamado ‘O que é isso, companheiro?’

É um filme do Fernando Gabeira que contava a história do movimento revolucionário ‘8 de Outubro’. Eu até comentei um pouco sobre isso na entrevista que nós demos para o Pânico na Jovem Pan esses tempos.

A história do filme era, basicamente, a história do movimento revolucionário e do sequestro do embaixador americano Charles Elbrick que veio ao Brasil. 

Eles o sequestraram para pedir a leitura de um texto do manifesto revolucionário nos jornais e também a soltura de vários guerrilheiros terroristas na época do regime militar.

Entre eles, o José Dirceu que foi primeiro-ministro do governo Lula e protagonizou, era conhecido como príncipe do governo. Protagonizou o escândalo do mensalão e foi condenado à cadeia. Está preso, mas mesmo assim lança livro e viaja pelo Brasil.

Então, ali foi um momento de, claramente, ela colocar um filme que reforçava o papel do movimento revolucionário e que tinha como atores aqueles personagens que eu via toda terça-feira nos jornais.

Eu tinha esse hábito de ver TV, não tinha outra coisa pra assistir e a gente assistia ‘Os Normais’ na Rede Globo.

E aí tinha lá o Fernando Guimarães, não lembro bem, e eles ficavam lá fazendo piada. 

Cena do filme o que é isso companheiro

Eu gostava de assistir o programa e cheguei na aula e vi um filme protagonizado pelo mesmo casal que protagonizava ‘Os Normais’ me contando uma versão da história que colocava os guerrilheiros e terroristas que assaltaram um banco, que sequestraram o embaixador – inclusive mostra tudo isso no filme – como heróis pela democracia. 

Era como se fosse só ter uma ditadura de um lado e do outro lado apenas luta pela democracia, quando na verdade tinha uma ditadura de um lado e um terrorismo do outro que até precedia a instauração dessa ditadura. 

E muitos colocam que foi talvez o despertar que fez a intervenção militar.

Isso foi muito forte na minha vida, essa percepção, porque eu não lembro de ter compartilhado aquele filme com ninguém, eu não lembro de ter contado isso em casa, mas eu acreditei em toda a narrativa e até deixei me emocionar por uma cena famosa que eles estão assaltando um banco e o Fernando Guimarães sobe numa mesa e dá um tiro pra cima e fala:

‘Atenção, isso não é um assalto, isso aqui é uma expropriação bancária desse sistema cruel e sanguinário’.

Tinha aquela coisa típica do Robin Hood e eu achei interessante aquela ideia. Gostei do filme, fiquei com ele dentro do meu repertório de ideias”.

Mais exemplos de militância de professores esquerdistas em sala de aula

“Um pouco mais adiante, no ensino médio, a minha professora de literatura novamente travou um pouco de militância em sala de aula. Ela trouxe alguns textos, alguns artigos, não lembro bem do que era, mas eu lembro que era pra protagonizar um debate…

O que me marcou foi o debate que se seguiu:

Era um debate sobre os injustiçados pelo sistema capitalista. Ela não usava a palavra capitalista diretamente, ela apresentou o sistema capitalista e disse: ‘Aqueles que os mais ricos fazem pobres’”.

O que percebe-se neste caso?

Esta professora esquerdista fez questão de usar sua aula de literatura para apresentar a tese em que acredita como se fosse certa, inquestionável e indiscutível.

Não foram apresentadas várias teses, não houve debate, nem isto estava incluído em um corpo didático. 

Ela simplesmente teceu esta arbitragem ideológica dentro da sala de aula, dizendo que os ricos eram os culpados por existir pobres.

É verdade que os ricos são os culpados pela pobreza dos outros?

Economicamente, a ideia passada pela professora esquerdista não é verdadeira. É justamente a geração de riqueza daqueles que se tornaram ricos que faz a economia circular por meio do emprego gerado, do consumo e do sistema bancário.

Saiba mais sobre isto no artigo do Instituto Mises Brasil

O problema da audiência cativa dos alunos

A visão do aluno é: se está no livro, está correto. E na faculdade não é diferente.

Você acompanhou os relatos do tempo de colégio de Lucas Ferrugem. Mas na faculdade as coisas não mudaram.

“Na faculdade nada mudou. Em administração, logo no primeiro semestre, na comemoração da Semana de Arte Moderna de 22, o professor fez um teatro sobre o período da Ditadura Militar.

Alunos interpretavam guerrilheiros correndo e morrendo pelos militares, depois iniciava-se um monólogo sobre os crimes do governo. Os guerrilheiros eram colocados como aqueles que lutavam pela democracia”.

Segundo ele relata, em Antropologia, em uma pesquisa etnográfica, havia punições nas notas daqueles que não corroboravam a visão de luta de classes da professora esquerdista.

Em uma aula sobre o comportamento do consumidor, foi dado o trabalho de fotografar uma pessoa rica, uma pobre e uma de classe média.

Veja:

Por último, vale ainda mencionar o episódio com uma professora de sociologia que levou um banner de Karl Marx para a classe. 

Aquela mesma professora, comentando o livre-arbítrio, disse: 

“Mas livre-arbítrio é uma ideia muito cristã, acho que você não devia concordar com isso”.

Não bastasse isso, ela também contou que liderou um processo do MST no qual uma pessoa acabou sendo degolada.

A militância avança nos períodos escolares

Nos relatos descritos, a militância dos professores esquerdistas mencionados apenas crescia à medida que se avançava no sistema de ensino, ao ponto de haver propaganda do MST na sala de aula.

Isto influenciava na formação das teses, uma vez que os alunos que concordavam obtinham um amparo maior destes professores.

Assim se multiplicava a propaganda petista e marxista.

Outro grande problema criado era o constrangimento de discordar do professor. O que se percebe é uma tentativa de calar aqueles que discordam. Um exemplo atual é o da censura do documentário da Brasil Paralelo chamado 1964, sobre a ditadura militar.

Ele foi censurado em escolas, universidades e cinemas sob a falsa alegação de ser pró-ditadura.

Gostou do trailer? Assista agora mesmo ao nosso documentário sobre 1964, a Ditadura Militar no Brasil

Como lidar com um professor de esquerda?

  • Não o confronte diretamente, prefira ter conversas com seu grupo de colegas. É melhor evitar atritos, represálias e injúrias graves. Pode até haver perseguição nas notas e uma postura implicante pode afastar colegas que o ouviriam em uma conversa à parte. Lembre-se que muitos deles nem mesmo se importam com o que está sendo ensinado.
  • Aprenda os fatos, não as ideologias. Quando tiver uma oportunidade de debate, converse ancorado na realidade histórica, na verdade. Logo, crescer em conhecimentos e argumentos faz parte do melhor caminho.
  • Quando possível, promova eventos e grupos de estudo em atividades extracurriculares. Você pode também ingressar em organizações escolares que já estejam formadas e nas quais haja abertura para exposição de temas.
  • Mesmo sendo inteligente, não aja com arrogância. Muitos adotam posturas de quem aparenta saber tudo. Se você agir assim, pode ser mais difícil a recepção do que você diz. Procure ser diplomático, obter boas notas, ter bons relacionamentos e estudar paralelamente. 

Veja também o que um professor diz sobre esse assunto.

A comunicação da Brasil Paralelo

Na Brasil Paralelo facilitamos a habilidade comunicacional. Não basta trocar uma ideologia por outra, não seria o correto. Pensamos que o espírito deve ser educado para não aceitar sem reflexão o que quer que seja ensinado. Nesse sentido, é preciso um espírito crítico para se confrontar com a realidade e questionar.

É preciso mostrar os fatos que foram escondidos com o intuito de favorecer partidos políticos. Ensinar a verdade é também dar aos brasileiros mais Brasil.

A educação não é sobre direita ou esquerda, mas sobre compreender nossa presença no mundo e elevar a alma.

O professor em sala de aula não está em um palanque político!
Acompanhe as produções da Brasil Paralelo para não se deixar enganar.

7 comentários

  1. Cristiano

    Excelente artigo! Sou estudante de Psicologia e enfrento isso desde o primeiro semestre. A maioria dos professores fazem militância, são arrogantes, não deixam alunos com outra visão se expressar e ridicularizam alunos cristãos. Mesmo com as aulas sendo gravadas por conta do formato de aulas remotas pela plataforma do Teams, isso não inibe a ação desses professores. Lamentável.

    1. Redação Brasil Paralelo

      Obrigado por compartilhar sua experiência em sala de aula, Cristiano! Compartilhe esse artigo com outros colegas que passam pelas mesmas dificuldades com seus professores.

  2. Alex Pantoja Barreiro

    Como sempre vocês dão o melhor de si. Meus parabéns!
    O meu primeiro professor militante foi… deixa eu vê… ah, ta! Lembrei! Não vou dizer o nome dele, mas sei exatamente a série em que comecei a ter contato com ele. Começou tudo na sexta série, no que hoje se chama de sétimo ano. Ele passava a disciplina de Geografia e Estudos Amazônicos e, já naquela época, falava dos “grandes feitos” da Era petista, promoção de novos “direitos” àquelas pessoas à margem da sociedade, reforma agrária, defeitos do sistema capitalista, meio-ambiente, etc… Tudo muito chato antes mesmo de eu me interessa no assunto.
    Pronto! Saí do Fundamental. Então, agora estou livre? Errado!
    Chegando no ensino médio com quem me deparo na disciplina de Geografia? Se você pensou no professor militante, acertou! O cara não parou. Era só ter uma “brechinha” nas aulas que ele logo aproveitava para dá a sua contribuição ideológica em qualquer assunto. Era demais pra mim!
    Não bastando ele, teve outro na disciplina de Filosofia. Esse era militante de carteirinha (provavelmente) e não suportava nada de conservador. Até a dissertação de mestrado dele foi totalmente enviesada ideologicamente.
    Por fim, a última esbarrada que dei com um militante foi em um cursinho. Era uma professora de sociologia (essa com certeza tinha carteirinha). A mulher até se complicou com a pergunta feita por mim, não que eu seja o melhor em fazer perguntas, sobre a origem materialista do Comunismo. Essa eu não tive que aturar por muito tempo, porquê fiquei doente e tive que sair do cursinho. É aquela coisa de que “tem males que vem pra bem”.
    Muito obrigado, Brasil Paralelo!

  3. MI

    Boa Tarde!

    Parabéns pela matéria, já conhecia o trabalho de vocês.
    Que bom que encontrei esse espaço. Preciso desabafar de alguma forma.
    Estou me sentindo mal, constrangida, ofendida e pressionada de certa forma.
    Iniciei minha graduação em uma faculdade pública estadual, onde na grade curricular consta Relações Étnico-Raciais. Estou há duas semanas e já sabendo do estaria por vir, tentei me preparar psicologicamente. No entanto, já no primeiro vídeo, deparo com a chamada da professora: por que ser antirracista? Assistam, vale a pena! (até aí “tudo bem”), ao abrir o vídeo consta o nome: Racismo, coisa de branco!
    A partir daí foi e fui “ladeira a baixo”. Senti-me mal literalmente! Aquele sentimento de, preciso que algo seja feito. Não posso e não quero ter que ficar ouvindo toda aula que sou racista e preciso “engolir” isso a seco! Recuso-me! Não está certo. Sinto-me extremamente ofendida.
    O vídeo é nítido que consta militância política e ofensas aos brancos (aos que não concordam). O responsável pelo no vídeo diz, que os que “repetem” a fala: Todas as vidas importam! Ele mandam literalmente tomar naquele lugar!!! Como uma professora, como a faculdade permite que ela exponha esse vídeo???
    Aproveito e peço orientações sobre como devo preceder.
    Posso vir a processar a professora e/ou a faculdade em relação a isso?
    Sei que é apenas o começo e muito mais (ofensas) virão.
    Por favor, ajudem-se!

    1. Redação Brasil Paralelo

      Olá, Michele! Casos específicos exigem atenção particular. Por isso, não podemos indicar nenhuma ação para o seu caso. Em geral, o que as pessoas que já formaram ressaltam é preocupar-se apenas em concluir, ter o diploma e atuar bem na própria área. Além do mais, entenda melhor a ação do marxismo cultural nas universidades lendo este artigo sobre a Escola de Frankfurt: https://conteudo.brasilparalelo.com.br/filosofia/o-que-foi-escola-de-frankfurt/

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